Plágio é roubo - por José Sepulveda

Plágio é roubo

(Dia da propriedade intelectual)

 

Não deixes que o teu sangue se disperse

Perdido,  achincalhado pela rua

Pois quando uma andorinha nasce e cresce 

No teu beiral, essa andorinha é tua.

 

E mesmo que esvoasse livremente

E a gente em liberdade a usufrua

Essa andorinha vai mas volta sempre 

Ao seu redil, à casa que é só sua.

 

Que as tuas criações voem ao vento

Mas sem perder o tino, o sentimento  

De que são teus, são filhos de tua mente.

 

Ninguém ouse roubar o que criaste

Pois plágio é roubo e tudo o que geraste

Será legado teu p'ra todo o sempre!

 
 
 
 

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