Mar em fúria - por José Sepúlveda

Mar em fúria

No cálido fragor da madrugada
O mar, esse mar-cão, em seu furor, 
Lançou-se em correria desalmada
Na praia, enchendo a gesta de pavor...

As tenebrosas ondas pela estrada
Espalham suas águas num torpor;
Depois, qual manta rota, esfarrapada,
Esvaem-se na areia, sem vigor...

Neptuno, o rei do mar imenso e forte,
Fustiga sem piedade o molhe norte
Que sem temor ou pranto lhe resiste...

E, junto à praia, o bravo pescador,
Sereno, resguardado em sua dor, 
Impávido, silente, atento, assiste!

José Sepúlveda

 

 

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